sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

MELHORAMENTO DE ESPÉCIES ALÓGAMAS

São denominadas espécies alógamas aquelas cuja forma de reprodução natural ocorre com o acasalamento entre plantas; assim as plantas de uma geração qualuqer são oriúndas de gametas femininos e masculinos de diferentes plantas. Esse tipo de acasalamento tem consequência fundamentais para as tecnologias utilizadas para o desenvolvimento de cultivares desse conjunto de espécies.

ESTRUTURA GENÉTICA DAS ESPÉCIES ALÓGAMAS

Aceita-se que uma espécie é alógama quando apresenta cerca de 5% de autofecundação, ou seja, cerca de 95% de cruzamentos naturais. Essas espécies apresentam uma série de mecanismos que favorecem a alogamia, ou que em outras palavras, dificultam a ocorrência de autofecundações naturais.
Os principais mecanismos são: Monoecia em que as plantas apresentam sexos separados na mesma planta. Dioecia em que as plantas apresentam sexos diferentes; as espécies que apresentam flores completas (hermafroditas) apresentam mecanismos como a Protoginia em que o estigma encontra-se receptivo mas não ocorre a liberaçào do pólen de forma simultânea, e a Protandria em que ocorre a liberação do pólen mas o estigma não se encontra receptivo de forma simultânea